3/3/09
ARTIGOS DO CPP
.
DO INQUÉRITO POLICIAL
Â
Art. 4.º - A polÃcia judiciária será exercida pelas autoridades policiais no território de suas respectivas circunscrições e terá por fim a apuração das infrações penais e da sua autoria.
Â
Parágrafo único. A competência definida neste artigo não excluirá a de autoridades administrativas, a quem por lei seja cometida a mesma função.
Â
Art. 5.º - Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado:
Â
IÂ -Â de ofÃcio;
Â
II - mediante requisição da autoridade judiciária ou do Ministério Público, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo.
Â
§ 1.º - O requerimento a que se refere o no II conterá sempre que possÃvel:
Â
a) a narração do fato, com todas as circunstâncias;
Â
b) a individualização do indiciado ou seus sinais caracterÃsticos e as razões de convicção ou de presunção de ser ele o autor da infração, ou os motivos de impossibilidade de o fazer;
Â
c) a nomeação das testemunhas, com indicação de sua profissão e residência.
Â
§ 2.º - Do despacho que indeferir o requerimento de abertura de inquérito caberá recurso para o chefe de PolÃcia.
Â
§ 3.º - Qualquer pessoa do povo que tiver conhecimento da existência de infração penal em que caiba ação pública poderá, verbalmente ou por escrito, comunicá-la à autoridade policial, e esta, verificada a procedência das informações, mandará instaurar inquérito.
Â
§ 4.º - O inquérito, nos crimes em que a ação pública depender de representação, não poderá sem ela ser iniciado.
Â
§ 5.º - Nos crimes de ação privada, a autoridade policial somente poderá proceder a inquérito a requerimento de quem tenha qualidade para intentá-la.
Â
(…)
Â
SUSPEIÇÃO E IMPEDIMENTO DO JUIZ – CPP:
Â
Art. 252. O juiz não poderá exercer jurisdição no processo em que:
Â
I - tiver funcionado seu cônjuge ou parente, consangüÃneo ou afim, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, como defensor ou advogado, órgão do Ministério Público, autoridade policial, auxiliar da justiça ou perito;
Â
II - ele próprio houver desempenhado qualquer dessas funções ou servido como testemunha;
Â
III - tiver funcionado como juiz de outra instância, pronunciando-se, de fato ou de direito, sobre a questão;
Â
IV - ele próprio ou seu cônjuge ou parente, consangüÃneo ou afim em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive, for parte ou diretamente interessado no feito.
Â
Art. 253. Nos juÃzos coletivos, não poderão servir no mesmo processo os juÃzes que forem entre si parentes, consangüÃneos ou afins, em linha reta ou colateral até o terceiro grau, inclusive.
Â
Art. 254. O juiz dar-se-á por suspeito, e, se não o fizer, poderá ser recusado por qualquer das partes:
Â
IÂ -Â se for amigo Ãntimo ou inimigo capital de qualquer deles;
Â
II - se ele, seu cônjuge, ascendente ou descendente, estiver respondendo a processo por fato análogo, sobre cujo caráter criminoso haja controvérsia;
Â
III - se ele, seu cônjuge, ou parente, consangüÃneo, ou afim, até o terceiro grau, inclusive, sustentar demanda ou responder a processo que tenha de ser julgado por qualquer das partes;
Â
IVÂ -Â se tiver aconselhado qualquer das partes;
Â
VÂ -Â se for credor ou devedor, tutor ou curador, de qualquer das partes;
Â
Vl - se for sócio, acionista ou administrador de sociedade interessada no processo.
.
criado por iltoncd
11:14 — Arquivado em: 
